quarta-feira, 25 de julho de 2012

Higiene no trabalho da Manicure.



A HIGIENE:
A higiene deve star presente em todos os ramos da atividade humana, principalmente naqueles que
exigem contatos diretos, diários e contínuos com as pessoas, como no caso das manicuras, cuja
responsabilidade deve ser redobrada, visto que isso demonstra a integridade profissional e
conseqüentemente, a preservação da cliente.

A higiene é dever moral e social de toda pessoa civilizada que vive em uma sociedade.
Enumeramos abaixo alguns itens básicos das regras de higiene.
Ø Regra geral: todos os instrumentos de trabalho, sem exceção, devem ser rigorosamente
desinfetados (esterilizados), antes de cada trabalho, com o auxilio de “estabilizador”, ou de
produtos destinados para esse fim.
Ø O avental de trabalho, bem como as toalhas, deve estar limpo e bem passado.
Ø As mãos devem ser lavadas antes e depois de cada trabalho, bem como o recipiente se água
a ser utilizado.
Ø O algodão deverá estar sempre bem protegido em recipiente com tampa, de preferência em
vasilhames de vidro ou de plástico transparente.
Ø Nunca se deve utilizar água já usada uma vez, para amolecer a cutícula de outra cliente.
Ø Para prevenção, aplique a pedra-ume nas cutículas com ou sem ferimento, antes da
esmaltação.
Ø As unhas da manicure deve m estar sempre impecavelmente manicuradas.
Ø Caso se confirme a existência de doenças nas unhas, a cliente deve ser orientada a consultar
um dermatologista ou um clinico-geral.

Fonte: Apostila do Curso de Manicure e Pedicure

Cuidado especiais com os pés do Diabéticos:

"A diabetes é uma doença antiga, já muito estudada e conhecida pela medicina, mas que persiste gerando inúmeras mortes, complicações, estados de dependência e gastos com a saúde. Uma complicação grave e relativamente comum é a amputação de partes dos membros inferiores, em conseqüência a infecções em ferimentos dos pés. Aprenda a evitá-los".

A persistência de um alto nível de glicose no sangue durante muito tempo pode causar lesões nos vasos sanguíneos, reduzindo a chegada de sangue aos pés. Esta redução da circulação pode enfraquecer a pele, contribuir para o aparecimento de ferimentos e dificultar a cicatrização dos mesmos. Além disso, o excesso de açúcar no sangue pode lesar os nervos, reduzindo a capacidade de sentir dor e pressão sobre os pés. Sem essas sensações, é fácil desenvolver calos de pressão, lesar a pele, os ossos, as articulações e os músculos acidentalmente. Com o tempo, lesões do osso e articulações podem alterar toda a modelagem do pé. As lesões dos nervos também, uma vez que elas acabam por enfraquecer os músculos locais.


* Manicuras devem ter muito cuidado ao embelezar os pés diabéticos.
Jamais fazer a cutilagem e muita cautela ao cortar e lixar as unhas, pois qualquer lesão pode se tornar algo mais sério,levando à amputação, devido à  difícil cicatrização e outras complicações.*




Meninas informação é Tudo. Então vale a pena estar informada, espero que vcs aproveitem essa matéria.


Vivi arts

Quais as possíveis conseqüências das complicações nos pés?


A diabetes pode gerar diferentes tipos de complicações nos pés, incluindo pé de atleta (uma infecção por fungos), calos e úlceras que podem ser desde superficiais até muito profundas. Complicações mais sérias incluem infecções profundas de pele e osso.

A complicação mais séria é a gangrena (apodrecimento e morte dos músculos e da pele do pé), que pode culminar com a necessidade de amputação do pé. Cerca de 5% dos indivíduos com diabetes eventualmente são submetidos à amputação de um pé. Mas esta trágica consequência pode ser evitada em 90% dos casos, se houver controle adequado dos níveis de glicose no sangue e um cuidado diário com os pés.

Os fatores que aumentam o risco de ocorrência de complicações são: a existência prévia de úlceras, a existência de lesões nos nervos, circulação deficiente e controle precário da glicemia.

Como prevenir?

Pacientes com diabetes tipo 1 devem passar por uma avaliação anual dos pés após 5 anos de diagnóstico. Já os pacientes com diabetes tipo 2 devem iniciar o acompanhamento dos pés 1 ano após o diagnóstico.

Durante este exame, o médico checa sinais e sintomas que sugiram circulação deficiente, lesão neurológica, alterações de pele e deformidades. Os pacientes devem estar atentos e relatar ao médico quaisquer alterações que tenham percebido com relação aos seus pés.

São sinais de circulação deficiente: pulsos fracos, pés frios, pele azulada e falta de pêlos. São sinais de lesão neurológica: sensações incomuns nos pés e pernas, como dor, queimação, formigamento, frio e cansaço. Será útil se o paciente souber perceber e descrever a ocorrência destas sensações, o local afetado por elas e quais medidas aliviam os sintomas. Algumas vezes a lesão neurológica pode ocorrer gradualmente sem gerar sintomas, até que a pessoa perca a sensibilidade a ponto de ferir os pés em alguma pedra ou mesmo no próprio sapato, sem perceber. O perigo maior, neste caso, é a pessoa só perceber a lesão quando ela já estiver infectada. Por este motivo é que o médico deve avaliar se o paciente já apresenta alguma alteração ou perda das sensações nos pés.

O exame pode revelar alterações nos reflexos e perda da capacidade de perceber pressão, vibração, alfinetadas e alterações na temperatura. O médico dispõe de equipamentos especiais para ajudar a quantificar a extensão de qualquer lesão no nervo.

As alterações de pele também devem ser avaliadas, devendo-se estar atento para ressecamento excessivo, rachaduras ou descamações, que evidenciam um comprometimento do efeito protetor da circulação. Também deve-se estar atento para calos, ferimentos e rachaduras entre os dedos.

A aparência e forma dos pés podem ser reflexo das lesões dos nervos.

Que medidas podem reduzir o risco das complicações no pé do diabético?

Um controle adequado do sangue pode reduzir as lesões em vasos e nervos que vão predispor às complicações. Nos casos em que já há lesões, o controle adequado da glicemia reduz o risco da lesão progredir para uma amputação. Algumas ações simples como as seguintes podem reduzir o risco de complicações no pé:

- Não fumar: o cigarro agrava problemas vasculares e cardíacos e reduz a qualidade da circulação nos seus pés.

- Evitar atividades que podem lesar seus pés: evitar andar descalço, manter os pés secos e limpos, aplicar loção hidratante para evitar pele seca e rachaduras, tomar cuidado ao cortar as unhas, não retirar cutículas, não estourar bolhas, avaliar os pés diariamente (principalmente entre os dedos) em busca de lesões.

- Escolha meias e sapatos com cuidado, preferindo meias de algodão e sapatos confortáveis.

- Troque de sapato todos os dias. Não use o mesmo sapato mais de um dia seguido, e use novos sapatos aos poucos, para evitar bolhas.

- Peça ao médico para examinar seus pés ao menos uma vez por ano, e mais frequentemente se você estiver notando alguma alteração.

Como tratar as complicações dos pés?

Este tratamento depende da presença e da gravidade de úlceras nos pés. Para úlceras superficiais envolvendo apenas a superfície da pele, o tratamento inclui cuidado profissional para limpar a úlcera, retirando as partes que já estiverem mortas. Se houver infecção, devem ser prescritos antibióticos. O paciente (ou alguém em sua residência) deverá limpar a úlcera e aplicar um curativo limpo duas vezes ao dia, devendo também manter repouso e manter o pé machucado elevado. A úlcera deve ser avaliada semanalmente por um profissional, que irá verificar se o tratamento está sendo eficaz. No caso de úlceras mais profundas, envolvendo músculos e ossos, usualmente é necessária a hospitalização, o uso de antibióticos endovenosos e a realização de alguns exames de sangue e radiografias. Algumas vezes chega a ser necessária a remoção de ossos infectados.

Quando partes dos pés ou dedos dos pés se tornam gravemente lesados, com tecido morto sem chance de ser recuperado, torna-se necessária a amputação (das áreas com tecido morto), que só é realizada em último caso.

Quais os tratamentos no futuro?

Várias pesquisas vêm sendo realizadas com o tratamento das complicações do pé diabético. As novas opções incluem alguns tratamentos de eficácia já comprovada e disponíveis no mercado, mas ainda caros, como a “medicina hiperbárica”, que consiste da exposição da úlcera a elevados níveis de oxigênio, estimulando o crescimento celular através de uma oferta aumentada de oxigênio (que é um agente importante da cicatrização). Outras opções em andamento são os tecidos sintéticos, o crescimento artificial da pele, as substâncias que estimulam a cicatrização e a estimulação elétrica.

Viva tranqüilo com o seu pé

Para os pacientes com diabetes, as complicações do pé são um perigo constante. Entretanto, se você e seu médico trabalharem juntos, podem elaborar um plano de tratamento para deixar seus pés tão saudáveis quanto possível. Ao mesmo tempo em que os exames médicos de rotina são com certeza importantes, seu cuidado diário com os pés tem um importante papel para evitar complicações antes que elas ocorram. Você pode aprender muito sobre esse assunto com o seu médico.

Fonte: Bennett, Plum et alli. Cecil Tratado de Medicina Interna. 20 ed. Ed.Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro, 1997.

Curiosidade sobra as unhas.

As unhas:





A Americana Lee Redmond é a Recordista do Guinness Book no que diz respeito ás maiores unhas do mundo. Lee Redmond diz não cortar as unhas desde 1979


As unhas:
Natureza química:
A unha é composta por:
Nitrogênio
Cistina (a proteína responsável pela dureza das unhas)
Enxofre
Traços de metais
Lipídio (gordura): O colesterol é o principal lipídio, possuindo também efeito plastificante.
O contato com produtos que contenham solventes (detergentes, sabonetes, etc.) ocasiona a perda de lipídio, resultando em unhas secas e quebradiças.
Água: em concentração entre 7 a 12%, é o principal plastificante. Sua baixa concentração auxilia também nas durezas das unhas. No extrato córneo da pele, a concentração de água é de 15% a 25%.

As unhas crescem aproximadamente de 3 a 5 mm por mês. O crescimento delas se dá com mais rapidez no verão de que no inverno. As unhas das mãos desenvolvem-se mais rapidamente que as dos pés.
  • A margem livre é a parte da unha que se estende além do dedo. Não há terminações nervosas nessa região, logo não sentimos dor ao cortá-la.
  • A matriz ungueal ou raiz da unha - é a porção proximal da unha que cresce. Está embaixo da pele.
  • eponíquio ou cutícula que é uma dobra de pele na porção proximal da unha.
  • paroníquia que é a dobra de pele nos lados da unha.
  • hiponíquio que é um fixação entre a pele do dedo e a porção distal da unha.
  • lâmina ungueal que é a parte que nós pensamos quando dizemos unha, a porção rígida e translúcida, composta de queratina.
  • leito ungueal que é o tecido conjuntivo aderente que está fortemente aderido à lâmina ungueal. Possui uma grande quantidade de terminações nervosas.
  • lúnula que é a parte branca convexa do leito da unha.
  • Prega ungueal uma prega da pele dura sobreposta como de base de uma unha.



1- Lâmina ungueal: o que se convenciona chamar de unha; porção rígida e 




translúcida, composta de queratina.



2- Paroníquia: a dobra de pele nos lados da unha.


3- Lúnula: a parte branca convexa do leito da unha.

4- Eponíquio: a região entre a finalização da pele do dedo na face superior da unha e a 

porção proximal da unha.



A unha dividida em 3 partes:
Corpo- Lâmina ungueal é parte visivel que se estende desde a raiz até ao bordo livre.
Raiz- inserida na pele, sempre com tecido fixado em crescimento que é chamado de MATRIZ.
Bordo livre- Secção final da placa até a ponta doa dedos.
A unha constituida 3 camadas:

Camada superficial- formada pela desvitalização das células ( células perdem seu nucleo e acumulam queratina) que promovem da matriz.
Camada intermédia- é mais grossa e tem a mesma origem que a superficial, mas com mais células vivas muito unidas entre si e com menor densidade fibra queratinizadas.
Camada profunda- são apenas 2 camadas de células que provém do leito epidérmico.


Características das unhas:

FRACAS:
Unhas fortes ou fracas dependem de diversos fatores internos e externos. Finalmente, as unhas fracas podem ser decorrentes de onicopatias diversas, em que a identificação e o diagnóstico passam desapercebidos ao leigo. Recomendamos, em casos de suspeita, procurar um dermatologista ou clínico-geral para um perfeito diagnóstico e solução.

MANCHADAS
As manchas esbranquiçadas que notamos em algumas unhas são devidas a queratinização incompleta da derme. Segundo alguns especialistas, as manchas (não confundir com a meia-lua) são bolhas de arque penetram nas unhas durante sua formação.


ROÍDAS
Causas:
A ansiedade em excesso é a principal causa que leva as pessoas a roerem as unhas, descubra como controlar esse sentimento e abandone de vez este hábito.
No caso de pessoas que roem as unhas, só é possível resolver a situação quando elas forem capazes de controlar sua ansiedade. Muitas vezes, estar ansioso é a ponta do iceberg, por trás podem estar outros sentimentos como: insegurança, angústia, desconforto, medo ou excesso de cobrança (às vezes, vários sentimentos associados).


Conseqüências;
Sempre úmidas, as mãos são um prato cheio para o aparecimento das micoses. Como se não bastasse esse festival de seres microscópios, algumas pessoas ainda engolem pedaços de unhas.Essas lascas se acumulam no fim do intestino grosso, contribuindo para o desenvolvimento de infecções e, até mesmo, da apendicite.


Como parar?
Indique ao seu cliente para que ele  procure ajuda psicológica ou terapêutica;
Faça exercícios; existem cosméticos apropriados para estes casos, mas o objetivo é tratar as causas deste desequilíbrio.
Faça as unhas, quando elas estão pintadas com esmalte, o cuidado para não descascar ou roer é maior. E não é só isso, cuidar de si, melhora a auto-estima

O profissional manicura nos dias atuais






Os tempos mudaram e ser uma manicure de sucesso não se resume a uma cutícula bem feita. As novidades no mundo da beleza estão levando as profissionais a procurarem qualificação para se manterem no mercado.

Responsável pelo embelezamento das mãos e dos pés, a manicure ou pedicure precisa estar atenta às novidades que surgem no universo da beleza. Todo ano as empresas de cosméticos despejam no mercado uma série de produtos e equipamentos sofisticados, que requerem reciclagem constante destas profissionais.

A área de trabalho mudou muito de uns anos para cá. Segundo Osvaldo Alcântara, gerente do Centro Técnico da Ikesaki e idealizador do Primeiro Encontro de Manicures realizado em fevereiro deste ano, antigamente a profissão não tinha visibilidade e acabava sendo exercida por pessoas sem perspectivas de vida, mas hoje em dia a situação é completamente diferente. “As pessoas acham que manicure só serve para tirar e colocar esmaltes. Não existe mais isso. Hoje, a profissional deve saber fazer uma boa massagem para aliviar a tensão e também entender de marketing, divulgando todos os serviços do salão”, afirma.

Diversas instituições de ensino oferecem cursos profissionalizantes, que ajudam na reciclagem de conhecimento. Mas parece que ainda não é o suficiente. “A parte da educação está melhorando muito com diversos cursos, apesar de não serem reconhecidos. Porém, várias profissionais continuam aprendendo somente pela prática”, explica o Dr. Luiz Roberto Terzian, coordenador do Congresso de Manicures da Hair Brasil.

Saúde em destaque

A profissional manicure está ligada diretamente com a saúde e deve ter uma formação sólida nesse quesito, afirma Alcântara. “A manicure não está restrita apenas à retirada da cutícula, isso 90% das profissionais sabem. Além da área da beleza, ela está inserida na área de saúde e deve dominar o assunto”.

Segundo Ana Lavaquial, gerente do Centro de Tecnologia em Beleza do Senac (RJ), a Vigilância Sanitária tem sido rigorosa com as profissionais. “As manicures que já atuavam no mercado, mas não tinham certificação, tiveram que procurar uma instituição de ensino para se atualizar”.

De fato, a questão da saúde é um assunto que poucas dominam, apesar de ser fundamental no dia-a-dia dos salões de beleza. A falta de cuidados com os materiais de trabalho pode transmitir doenças como Hepatite B e C, Aids, causar infecções e reações alérgicas.

Profissional experiente quando o assunto é saúde na área de manicures e podólogos, a cosmetóloga e fisioterapeuta Gisele Belotti, afirma que as principais dúvidas das profissionais são os procedimentos de esterilização. Seguindo as normas da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), alicates e espátulas devem passar pelo método autoclave ou vapor saturado, ou ainda, pela estufa, devendo permanecer por uma hora na temperatura de 170º ou duas horas em 160º para que os microorganismos presentes nestes instrumentos sejam eliminados. Além disso, luvas descartáveis devem ser usadas durante todo o atendimento. Pensando na proteção, muitas clientes preferem trazer os próprios materiais para o salão, mas Gisele faz uma ressalva: “Não há problemas com a cliente que opte por trazer seu alicate ou espátula de casa, mas é responsabilidade da profissional esterilizá-los antes do uso, lembrando que lixas e paus de laranjeira são totalmente descartáveis”.

Muitos especialistas condenam a retirada da cutícula, pois ela é a proteção da matriz da unha. Belotti explica que apesar da condenação, o mercado brasileiro solicita este trabalho e resta à profissional saber identificar qual tipo de cutícula pode ser extraída. “Peles finas e bastante delgada não devem ter a cutícula retirada. Além disso, há as contra-indicações absolutas, que são as gestantes, diabéticos e portadores de problemas vasculares graves, tais como: trombose e tromboflebite”.


Além da técnica

Mais do que ter habilidade para realizar uma unha decorada ou retirar com perfeição a cutícula, uma manicure competente deve possuir uma formação mais ampla. “Os cursos são importantes não só para o desenvolvimento da parte técnica, mas também das competências comportamentais”, acredita Ana Lavaquial, gerente do Centro de Tecnologia em Beleza do Senac (RJ). No curso ministrado pela instituição, a disciplina “Beleza como profissão” trata, além da inserção no mercado da beleza, a ética profissional.

No Congresso de Manicures, promovido pela Beauty Fair, uma das palestras mais aplaudidas diz respeito ao atendimento ao cliente. Para a coordenadora do evento, Valéria Rossi, o assunto deve ser levado a sério. “As manicures são fundamentais para qualquer empreendimento na área de beleza. Estas profissionais servem como porta de entrada do cliente e a fidelização dele. São elas quem realizam o primeiro contato”.


Os cursos e feiras destinados às manicures também procuram orientar sobre administração. Dr. Luiz Roberto Terzian acredita que as manicures devem se ver como profissionais de negócios. Para isso, procura sempre convidar um profissional especializado para palestrar na Hair Brasil. As alunas do Senac Rio também aprendem sobre gestão do trabalho, aonde o foco é o desenvolvimento de competências para atuar por conta própria, como manter a agenda atualizada, negociar preços e manter registros atualizados de custos e despesas.

A moda também ganha destaque especial nos eventos dedicados às manicures e pedicures. “Procuramos levar novidades do mundo da moda traduzidas em um desfile que alia a tendência da próxima estação em roupas, cores e design de unhas”, explica Valéria Rossi, afirmando que a próxima edição da Beauty Fair terá ainda mais moda para as participantes. Com a mesma preocupação, a Hair Brasil traz jornalistas da área, estilistas e indústrias de esmaltes para enriquecer o congresso.

O ato de embelezar as unhas começou quando?


Ao falar sobre esmalte, muitas pessoas logo se lembram do hábito que muitos têm em pintar ou reforçar as unhas através dessa mistura química que pode ser incolor ou multicolorida. As mulheres, em sua maioria, se perdem na infinidade de cores (muitas delas com nomes incompreensíveis) que prometem um visual mais elogioso ou mais antenado. Além disso, vários violonistas empregam o material para que as unhas não quebrem durante uma apresentação.
Apesar de tantos usos na contemporaneidade, o esmalte já integrava o cotidiano da realeza do Antigo Egito. Por volta de 3500 a.C., as mulheres egípcias aplicavam uma tintura de henna preta nas unhas. As cores mais vibrantes ficavam relegadas ao uso da família real e chegavam a despertar algumas preferências entre as rainhas do Egito. Cleópatra tinha uma clara preferência pela tonalidade vermelho-escura. Já Nefertiti tinha mais gosto pelo esmalte de tom rubi.
O mesmo poder de distinção social observado no uso do esmalte entre os egípcios também era perceptível entre os chineses. Em meados do século 3 a.C., o uso de tons vermelhos e metálicos (feitos com soluções de prata) significavam a ocupação de um lugar privilegiado na hierarquia social. Já entre os romanos, a pintura dava lugar a tratamentos com materiais abrasivos que faziam o polimento das unhas.

A tecnologia para o tratamento das unhas ficou relativamente estagnado até o século XIX. Nessa época, os cuidados se restringiam à obtenção de unhas curtas e que estivessem moldadas por uma boa lima. Em alguns casos, as unhas eram ligeiramente perfumadas com óleo e polidas com uma tira de couro. Numa época em que o recato era uma importante virtude, a extravagância dos esmaltes não seria nenhum pouco prestigiada.
Até essa época, uma das grandes descobertas foi a invenção do palito até hoje utilizado para a remoção das cutículas. No começo do século XX, os esmaltes começaram a recuperar espaço com o uso de soluções coloridas que não permaneciam fixadas mais do que algumas horas. Somente em 1925, durante estudos que desenvolviam tinturas para carros, foram descobertas as primeiras soluções que se assemelham com os esmaltes de hoje.

Na sua primeira versão, o produto era de um tom rosa-claro e era aplicado no meio das unhas. Chegando à década de 1930, já podemos notar que a “pintura” nos dedos do pé e da mão fazia muito sucesso entre as grandes estrelas do cinema hollywoodiano, como Rita Hayworth e Jean Harlow. No ano de 1932, os irmãos Charles e Joseph Revlon custearam a invenção de um novo tipo de esmalte, mais brilhante e com um leque variado de tonalidades.


Nas décadas seguintes, vemos que a tecnologia empregada foi se tornando cada vez mais complexa. As unhas postiças parecem como uma boa alternativa de se chamar a atenção sem gastar horas na manicure. Há poucos anos foram disponibilizadas máquinas capazes de imprimir uma imagem digital nas unhas. Difícil é saber onde a indústria da beleza pode chegar a fim de atiçar a vaidade feminina.


Vivi arts.

Doenças das unhas e seus sintomas:

DOENÇAS E SEUS SINTOMAS
Relacionamentos abaixo um resumo das doenças de unhas mais comuns e as suas principais
características, a fim de que a manicure possa identificar uma doença da unha e tomar as medidas e precauções necessárias para o bem-estar da cliente. Lembrando que, em qualquer caso, a manicure deve sugerir à cliente que procure orientação medica.

Onicogripose: É o encurvamento das unhas em forma de garra, mudando a direção do crescimento.

Onicólise: É o nome dado a doença que causa o desprendimento das unhas, ou seja, a queda inteira da unha.

Onicomicose: É caracterizada pela produção de cogumelos parasitos.
Onicoma: É um tumor (CÂNCER) que fica na raiz da unha, causando inchações e fortes dores, necessitando, em alguns casos, de cirurgia para a extirpação do tumor benígno ou não.
Onicorrex: as unhas tornam-se finas e quebram-se com facilidade.
Unheiro: É uma infecção que se verifica na cutícula, ocasionada principalmente pela não observância das regras de higiene (esterilização, etc.), bem como pela retirada excessiva de cutícula.
Micose de Praia: Micose que se verifica por baixo da unha. Quando não cuidada em tempo, alastra se por baixo da unha, separando a mesma da derme, causando ardores ao manusear produtos químicos como: liquido de permanente, água oxigenada, pasta de alisar, inclusive detergentes de uso doméstico. É contagiosa.
As unhas podem indicar sinais de que algo está errado com a saúde:
Anemia: Unhas quebradiças, secas, opacas.
Doenças Cardíacas: Unhas curvadas para baixo, alargada, coloração arroxeada e pontos
arroxeados.
Doenças Renais: Engrossamento das unhas, coloração amarelada ou cinzenta.
Doenças Gastrintestinais: Pontos hemorrágicos, unhas doloridas e frágeis, que se deslocam da parte distal ou descamam.
Diabete: Unhas avermelhadas e com vasos na pele, micose mais freqüente engrossamento e
endurecimento das pontas dos dedos.
Reumatismo: Unhas amareladas.
Picadas nas unhas - pequenas depressões que cobrem a superfície das unhas são quase sempre consequência de microtraumatismos repetidos. Se se assemelharem a um dedal poderá indicar psoríase, uma dermatose crônica.

Unhas Espessas – se estão estriadas, opacas, quebradiças, e descoladas nos rebordos é possível que se trate de onicomicose.
Unhas Onduladas – se a ondulação for transversal pode resultar de tratamentos muito fortes, de lesões repetidas na matriz ou derivado do hábito de roer as unhas. Podem ainda ser provocadas por eczemas ou doenças microbianas.
Unhas Amarelas – fica, normalmente, a dever-se ao hábito de fumar ou à aplicação de verniz de cor directamente sobre as unhas, sem que se use um protector. Pode também indicar peuresia ou sinusite.

Arqueadas – pode indiciar problemas específicos das vias respiratórias como bronquite, afecção pulmonar ou enfizema.

Unhas Recortadas – esta forma fica, normalmente, a dever-se à falta de vitamina C ou de ferro no sangue. Pode, ainda, ser um sintoma de anemia, principalmente durante uma gravidez ou na menopausa.
Unhas Azuis – pode ser um simples hematoma, no entanto pode sugerir deficiências circulatórias ou mesmo insuficiência cardíaca.
Unhas Brancas – uma palidez geral e acentuada pode anunciar uma anemia ou doença hepática. Pequenas manchas brancas não são reveladoras de nenhuma patologia, trata-se apenas de micromalformações da queratina.
Unhas Vermelhas – as unhas saudáveis apresentam-se rosadas, as manchas vermelhas denunciam uma doença cardíaca, pulmonar ou renal. Se o contorno da unha está vermelho e inchado, pode trata-se de uma alergia ou de uma micose, normalmente provocada pelo contacto permanente com a água. A inflamação pode ser dolorosa e a unha acabará por se descolar.
Unhas Negras – excluindo os hematomas resultantes de uma pancada, todas as colorações negras devem ser supervisionadas por um especialista, por poderem ser melanomas.

É bom saber sobre o assunto para que nós possamos cuidar do problema né.

Espero que esta matéria tenha ajudado.

Vivi arts

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Dicas Caseiras para as suas Unhas crescerem mais rápido e fortes.

Há mulheres que preferem unhas mais curtas outras mais compridas, mas nesse caso para crescerem as unhas o tamanho desejado leva quase 1 mês. Muito tempo para quem tem uma festa marcada, ou menos se tem as unhas fracas e elas quebram facilmente. Não há coisa pior para as mulheres do que quebrar uma unha, e para resolver esse problema e fazer as suas unhas crescerem mais rápido há muitas dicas e receitas caseiras poderosas que vão fazer com que suas unhas fiquem mais bonitas e fortes.

Essas receitas além de gastar pouco para prepará-las o resultado pode ser notado muito rapidamente. As receitas contam com diversos ingredientes que apesar de suas diferenças sempre auxiliam no tratamento de suas unhas. Quase todas as receitas tem o azeite como componente, já que ele facilita a aderência da mistura nas unhas. Uma receita valiosa é de um óleo fortalecedor para suas unhas. Você só precisa cozinhar em uma panela em banho-maria 30 g de cravo e 200 ml de azeite por 2 horas. 
Depois é só esperar a mistura ficar morna, coar os cravos e massagear as unhas com essa mistura. Há outras receitas que ao invés de cravo, usam tomate, pois ele tem uma substância em sua composição chamada biotina que auxilia no crescimento de unhas e cabelo. O suco de laranja também ajuda, pois contém ácido fólico que também auxilia no crescimento das unhas e cabelos.

Você também pode misturar 1 colher de mel, 1 de óleo de coco e 4 gotas de óleo de alecrim, esquentar no microondas por apenas 20 segundos e deixar as unhas de molho por 15 minutos 1 ou 2 vezes por semana. 

Também é possível misturar 1 gema de ovo a 1 colher de azeite ou creme hidratante e passar nas unhas, deixando agir por 15 minutos antes de enxaguar. Misturar 1 colher com gotas de vitamina E e 1 colher de azeite também ajuda, deixando as unhas de molho por 10 minutos. Pois o formol é capaz de conectar as estruturas de queratina em unhas e cabelos, tornando-os mais fortes e bonitos.

E além das receitas há diversas dicas para você deixar suas unhas mais fortes e bonitos, como sempre lixá-las pelo menos 2 vezes por semana, não para encurtá-la, mas para deixá-la bem moldada. E para evitar a quebra sempre é bom passar antes do esmalte uma base fortalecedora de unhas.
 
Nós devemos sempre cuidar das nossas unhas. Pois mesmo que vc não perceba tem sempre alguem de olho nelas.
 
Espero que vcs tenham gostado.
 
Vivi arts